sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Um Gato de Rua Chamado Bob, de James Bowen

James Bowen
2013
240 páginas
Novo Conceito

Um gato de rua chamado Bob pode até parecer como mais um livro falando sobre animais de estimação e como isso pode mudar a sua vida infinitamente. E, pra falar a verdade, é sim. Mas o Bob é um gato fora do normal, aquele gato que todo mundo quer (e precisa!!). 

Companheiro e inteligente, entra na vida de James de uma forma que ele não espera, saindo de uma recuperação, tentando ganhar a vida... 

É um livro leve, de fácil leitura, que prende você! Não tem como não se apaixonar por esse lindo gatinho laranja! E como trata-se de uma história real, ainda temos aquela sensação de que tudo (tudo mesmo) pode acontecer.

Sinopse:
"Quando James Bowen encontrou um gato ferido, enrolado no corredor de seu alojamento, ele não tinha ideia do quanto sua vida estava prestes a mudar. Bowen vivia nas ruas de Londres, lutando contra a dependência química de heroína, e a última coisa de que ele precisava era de um animal de estimação. No entanto, ele ajudou aquele inteligente gato de rua, a quem batizou de Bob (porque tinha acabado de assistir a Twin Peaks).
Depois de cuidar do gatinho e trazer-lhe a saúde de volta, James Bowen mandou-o embora imaginando que nunca mais o veria. Mas Bob tinha outras ideias. Logo os dois tornaram-se inseparáveis, e suas aventuras divertidas — e, algumas vezes, perigosas — iriam transformar suas vidas e curar, lentamente, as cicatrizes que cada um dos dois trazia de seus passados conturbados.
Um Gato de Rua Chamado Bob é uma história comovente e edificante que toca o coração de quem a lê."

domingo, 1 de novembro de 2015

Querida X

Nao sei o que está acontecendo comigo e o porque desse mal humor constante. Tem sido a maioria dos dias assim, só quero ficar no meu canto, sozinha, sem fazer nada. Se acontecer, posso ficar até sem comer, o que é um milagre, você sabe.
Estou muito sem paciencia com a companhia das outras pessoas, nao quero conversa, nao quero papo, nao quero viver. Por mim, posso ficar o resto dos meus dias dentro de um quarto escuro, sem contato com ninguém.
Nem meu marido, coitado, está escapando dessa.
O pior é que ele sempre me pergunta do remédio, mas esse não é o problema. Dessa vez, sinto que o remédio tem me deixado pior, sabe. Estou triste mas nao consigo liberar esse sentimento porque é exatamente essa a função desse remédio idiota.
Espero ficar bem logo. Espero voltar ao normal. O normal das pessoas normais, e não o meu normal.
Só queria ser feliz e ficar bem. Só isso.

Beijo,

sábado, 31 de outubro de 2015

Pai

Oi, pai, tudo bem? Quanto tempo faz que não nos falamos, o que será que aconteceu? Da minha parte, confesso, tenho tido pouco tempo pra me dedicar a qualquer outra pessoa, mas isso é mentira deslavada.
Fico esperando o tempo todo o seu telefone, o seu convite, e ele nunca vem, e então eu nunca ligo, e nos mantemos em silêncio. Eu aqui, você ai. Faz muito tempo mesmo.
Esses dias meu marido perguntou de você, foi justamente no dia da minha terapia, e aproveitei esse tempo para contar a ela sobre nós dois, mais ou menos, porque sempre acabo chorando no meio. Esse assunto, você, ainda é muito delicado pra mim.
Comecei lá atrás, quando você foi embora, e o quanto ainda me dói lembrar de algumas fases e alguns "poucos casos" que tivemos.
Acho que puxei mais minha mãe em relação a carinho, apesar de ter sérios problemas de falar sobre o assunto (e é por isso que acho melhor escrever).
Ainda me lembro de quando passamos por algumas dificuldades financeiras e que tinha o apoio de um monte de gente da minha família, menos a sua. Tanto a sua ajuda quanto da sua família. Hoje eu nem considero mais a sua família como minha família. Não só porque já faleceram, mas porque o contato foi tão pouco que ficava impossível de continuar gostando.
Mas, sabe o que ainda me dói mais? Não é mais a sua ausência, a gente acaba acostumando... o que mais me dói é saber que hoje, as suas filhas tem aquilo que eu não tive. Pode chamar isso de inveja, eu acho que é mesmo. Mas quando sei que elas têm aquilo que eu gostaria tanto de ter tido, fico mal. Por que essa mudança? Por que elas merecem mais que eu?
Sei que não posso voltar no passado e que isso nunca vai mudar. Sei que é besteira e que só me faz mal pensar no assunto, mas ainda dói.
E essa dor ainda me deixa incapaz de mudar muita coisa em mim. Me dificulta no crescimento.
Eu sempre tive muita facilidade de ir em frente. Sempre consegui desculpar as pessoas pelas faltas e erros cometidos. Aliás, sempre me orgulhei disso. Mas você ainda é uma lágrima. Ainda é algo que eu não consigo falar sem chorar e que me deixa mal por vários dias seguidos.
O fato de não ter ninguém pra conversar sobre o assunto ainda dificulta um pouco mais.
Mas não ter amigos ainda é um outro assunto.
Um outro assunto muito longo.
Só queria mesmo que você soubesse que sinto sua falta, ainda hoje, tantos anos depois. E que invejo o que suas novas filhas tem.

Um beijo,
Sua filha.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Almoço e janta saudáveis

Hoje segui meu plano o dia inteiro. Nenhuma já cada (apesar da vontade). No almoço, comemos em um restaurante por quilo. No meu prato tinha: arroz integral, feijão, alface, tomate, rúcula, cebola, chuchu, cenoura crua e ralada, beterraba cozida e um filé de frango grelhado. Não posso dizer que passei fome.

A tarde é sempre o horário que sinto mais fome... Então deixei o lanche mais encorpado. Foi um pão francês sem miolo, duas fatias de presunto magro, uma fatia de queijo prato e um copo de chá gelado zero.

Não senti fome. Mas a ansiedade me mata e estou acostumada a descontar na comida. Mas me segurei.

No jantar, arroz integral, lentilha, carne moída refogada, chuchu refogado e salada de pepino com tomate. Não vou mentir, quero continuar comendo sem parar esses mas consegui! Já foi um dia!!!!!

Café da manhã

Hoje meu café da manhã foi diferente do que eu tinha planejado, mas mesmo assim consegui ficar dentro dos pontos estipulados.

Tínhamos combinado de ir fazer caminhada, minha mãe e eu, mas  ela acabou esquecendo e agora está muito sol pra ir. Vamos tentar ir no final da tarde.

Também estou pensando em ir pra academia com meu marido. Ele não é muito chegado (nem eu), mas preciso que alguém vá pra me dar animo rsrsrs

domingo, 12 de outubro de 2014

Projeto

Sou super a favor de cada um ser feliz com o próprio corpo e deixar pra lá essa loucura que todo mundo tem de ser perfeito. Acontece que, de uns tempos pra cá, estou me sentindo meio mal com meu corpo e quero muito emagrecer um pouco.

Ando com vergonha do meu corpo. Com vergonha das fotos que eu tenho tirado. Me olho no espelho e vejo alguém que não sou eu...

Então quero me programar pra conseguir ficar em forma (o melhor que der) para o verão, pra mim!